quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

H.050.História de Amor - Francis Lal/Carl Sigman Vs:Rossini Pinto

Quando eu te encontrei Eu não pensei Que um grande amor eu fosse ter Eu que só tinha Amarguras em meu viver Eu que já estava Tão cansado de sofrer, vivendo só Quando eu te encontrei Lendo os teus olhos Eu fiquei a imaginar Que o meu mundo tu irias alegrar Que era tudo que queria encontrar Meu coração, eu te entreguei Me deste a vida, enfim Me deste amor, me deste a mão Para viver, me deste paz E eu onde quer que eu vá Irás comigo nos sonhos meus Na minha mente Eu não irei s6 irás também Quem pode medir um grande amor Tão luminoso de paixão A nossa história, o nosso amor essa canção Bem que procuro, mas não encontro explicação Para tanto amor, meu grande amor.

H.049.História da Lapa - Jorge de Castro/Wilson Batista

Lapa dos capoeiras Miguelzinho camisa preta Meia-noite e Edgar Lapa minha Lapa boêmia A lua só vai pra casa Depois do Sol raiar. Falta uma torre na Igreja Vou lhe contar meu irmão Foi na briga de Floriano Foi um tiro de canhão E nesse dia a Lapa vadia Teve sua glória Deixou o nome na história.

H.048.História Antiga - J. Cascata

Um lindo pierrot de outras eras, Eterno sonhador de mil quiméras, A uma colombina, formosa e angelical, Cantou o seu amor, num lindo madrigal. Porém, o arlequim mais positivo, Roubou-lhe a colombina, Mostrou-se mais ativo. E o lindo pierrot pobre coitado, Vivia cantando, ficou derrotado, E acabou chorando. Eu quero ser, assim, igual ao arlequim, Pra não sofrer então, A dor cruel de uma desilusão. Para mim, a colombina Tem que vir ao meu portão, Se quiser o meu amor E possuir meu coração.

H.047.Hino dos Batutas - João Santiago

Eu vou entrar na folia, meu bem, Você sabe lá o que é isso, Batutas de São José isto é parece que tem feitiço... Batutas tem atração Que ninguém pode resistir, Um frevo desses que faz Demais a gente se distinguir... Deixa o frevo rolar, Eu só quero saber Se você vai ficar, Ai meu bem sem você Não há carnaval, Vamos cair no passo E a vida gozar... Eu vou entrar na folia. ete...

H.046.Hino do Elefante de Olinda - Clídio Nigro/Clóvis Vieira

Ao som dos clarins de Momo O povo aclama com todo ardor, O Elefante exaltando as suas tradições E também seu esplendor. Olinda, este meu canto Foi inspirado em teu louvor, Entre confetes, serpentinas Venho te oferecer com alegria o meu amor. Olinda, Quero cantar a ti esta canção, Teus coqueirais, o teu sol, o teu mar, Faz vibrar meu coração de amor a sonhar, minha Olinda sem igual, Salve o teu Carnaval

H.045.Hino da Pitombeira - Alex Caldas

Nós somos da Pitombeiras Não brincamos muito mal, Se a turma não saísse Não havia carnaval Bate-bate com doce, Eu também quero, Eu também quero, Eu também quero... A Turma da Pitombeira Tem seis dedos em cada não E o P que tem na testa Faz parte da confusão... Bate-bate com doce, etc. etc. Pitombeira só tem dez letras E uma significação Pitomba é fruta besta Que se compra com qualquer tostão... Bate-bate com doce, etc. etc. A Turma da Pitombeira Na cachaça é a maior, O doce é sem igual E como ponche é ideal Se a turma não saísse Não havia carnaval... Bate-bate com doce, Etc, etc.

H.044.HI-LILI, HI-LO - Helen Beutsch Vs:Haroldo Barbosa

Um passarinho me ensinou Uma canção feliz ...E quando solitária estou Mais triste do que triste sou Recordando o que ele me ensinou Nesta canção que diz: Eu vivo a vida cantando AI-LILI, AI-LILI, AI-LÓ Por isso sempre contente estou O que passou, passou! O mundo gira depressa E nessas voltas eu vou Cantando a canção tão feliz Que diz: LI-LILI, AI-LILI, AI-LÓ... Por isso é que sempre contente estou AI-LILI, AI-LILI, AI-LÓ...

H.043.Herança - Marino Pinto/Mário Rossi

Pega A nostalgia das três raças A faceirice da mulata Que é um prêmio nacional A Portugal. Canta As ilusões da mocidade A melodia da esperança E a dissonância da saudade. Junta Alguns acordes de quebranto Mistura tudo com carinho No coração lavado em pranto E sente do mesmo modo Que eu senti, O samba é herança de três raças Nascer, viver em ti.

H.042.Hell, Dolly - Jerry Herman Vs: Haroldo Barbosa

Dolly, Você daqui não sai jamais Alô Dolly Nosso alô, Dolly Corno é bom voltar de novo Ao seu lugar Você, está bem, Dolly Muito bem, Dolly Corno a vida ainda é linda Como é bom voltar. Quanta emoção, quanta O coração, canta As canções dos tempos Que não voltam mais Teu chapéu, gente Sinto-me aqui num céu, gente Dolly Você daqui não sai jamais.

H.041.Hei de Ver-te um Dia - Francisco Matoso/S.Cabral/Freire Júnior

Hei de ver-te um dia Com melancolia Implorando o meu amor. Eu, então, altivo Orgulhoso, esquivo Aumentando a tua dor Meu coração fechado está Minha canção abrirá Vejam que pretenção Quero o seu coração.

H.040.Hás de Me Pedir Perdão - Walfrido Silva/Oswaldo Silva

Hás-de me pedir perdão quando a saudade chegar e a felicidade te abandonar... Hás-de me pedir perdão quando tu reconheceres que não tivesses razão p'ra me deixàr... Houve alguém que também sofreu mais do que eu, enganado por um beijo que Judas lhe deu. Voltarás me pedindo, de novo, perdão... Eu não sei se poderei dizer-te que não... Já esperava, porém, desta vez fui traíso me feriste com o teu amor, que é fingido Alta noite fugiste de mim, sem razão... Sempre chega cruel, a ferir a traição...

H.039.Há um Segredo em Teus Cabelos - Oswaldo Santiago/Gastão Lamounier

Em teus cabelos de seda Que perfume, que aroma sutil Dos sonhos pela alameda Bailam flores n'um baile gentil Há um segredo cantando Trescalando uma essência de flor Onde vibram arpejos, desejos Misteriosos efluvios de amor! A suavissima delícia De uma doce carícia Tem muito maior encanto Quando os meus dedos, Num quebranto Palpitam; estremecem meu amor.

H.038.Há Sempre Alguem -Custódio de Mesquita

Há sempre alguém Pra atrapalhar o nosso amor... Mas mesmo assim Te quero muito, ó minha flor! Onde quer que esteja "alguém" Que só deseja outro "alguém" beijar... Sempre há de aparecer Alguém que sem querer Venha atrapalhar... . Há sempre alguém Pra atrapalhar o nosso amor... Mas mesmo assim Te quero muito, minha flor! porém a mim que importa!... Nada interessa, pois... Se isto em nada altera O amor sem fim Que existe entre nós dois.

H.037.Há Meia Hora Apenas - Evaldo Gouveia/Jair Amorim

Há meia hora apenas que Nosso amor terminou Nem eu nem tu sabemos mais Como foi, quem brigou Só lembro a porta que bateu E depois não se abriu O elevador a te levar Que desceu e não mais subiu O apartamento agora está Algo assim irreal O telefone nem sequer Uma vez deu sinal O teu cigarro aqui Há pouco se apagou Há meia hora apenas que Para mim a vida se acabou.

H.036.Hyperconectividade - Lulu Santos

Acho que dessa vez eu vi algo que estava parado e se moveu Nunca vi nada receber minha ligação tão rápido e responder De outra forma, mais uma vez eu vou perguntar quem é que está aí Hoje não tem sessão de copo, quer fazer o favor então de se apresentar Você vem do futuro, eu te espero bem aqui Esclarece o obscuro e faz a hyperconectividade rolar E pega no ar, hyperconectividade, liga lá Em mil anos de minha vida nunca imaginei que isso fosse acontecer Foi um pé e depois o outro, na verdade nada é mais simples que flutuar (é só começar...) Você vem do futuro, eu te espero bem aqui Esclarece o obscuro, e faz a hyperconectividade rolar E pega no ar, hyperconectividade, liga lá Acho que dessa vez eu vi algo que estava parado e se moveu Nunca vi nada receber minha ligação tão rápido e responder Em mil anos de minha vida nunca imaginei que isso fosse acontecer Foi um pé e depois o outro, na verdade a gente se amarra é um clichê Você vem do futuro, eu te espero bem aqui Esclarece o obscuro, e faz a hyperconectividade rolar E pega no ar, hyperconectividade, liga lá

H.035.Histórias de Vaqueiros - Elomar Figueira Mello

Mais foi tanto dos vaquero qui rênõ no meu sertão qui cantano um dia intêro num menajo todos não. João Silva do Ri-das-Conta Antenoro do Gavião Bragadá lá das Treis Ponta Tiquiano do Rumão ranca tôco ribadêro matadô de lubião turuna qui laça frechêro nos iscuro pelas mão mermo cantano um dia intêro num menajo todos não certa feita vô contá só um feito desse vaquêro foi chamado pra pegá um levantado marruêro Morada Velha do Olivêra Lagoa do Pancadão Tiquiano foi só cum a pitêra a Ri-de-Conta e sem gibão mêa noite e lua e um quilarão pontô o bicho na bibida vino do fundo da mata na lagoa de pureza feito u'a bacia de prata qui buniteza nessa hora só lamento nun tá lá e sem mais demora Tiquiano gritô: vem bichão vem cá! riscõ um tufão feito um raiá já cum bicho bem pegado ma ponta do pau-de-ferro pelos mistero da hora in qui num pode havê êrro o incapetado lubisomi estremeceu soltô truvão já tava intregano ao bicho home As alma nas palma das mão faca na venta e sangue no chão e a lua oumenta o quilarão faca na venta e boi-no chão mais foi tanto dos vaguero qui renô no meu sertão qui cantano um dia intêro nun manejo todos não Juão Silva do Ri-das-Contas Antenoro do Gavião Bragadá lá das Treis Ponta Tiquiano do Rumão ranca tôco ribadêro matadô de lubião turuna qui laça frechêro nos iscuros pelas mão mermo canta no um dia interô num manajo todos não as Guariba é um cruzamento in toda tarde de dumingo hai um grande ajuntamento de muita gente e malungo moça bunita perdedêra Bragadá sua perdição boi das arma branca cara preta catravo de pé e mão fera sturrano cavava o chão surucucú de dois ferrão malvado e brabo pegô Juão derna o tempo de minino fazia pur brincadera pegá bicho remeteno de mão pilunga ó pitêra dentra da venda in descursão entrô os vaquêro de lá pruns olhos bunito cum ferrão pulô a cerca bragadá A noite intêra bebeu dançô na brincadêra no Tomba virô moça bunita laço de amô pelo triz de um momento da peleja in certa altura viu nos olhos da morena ispelhada u'a mancha iscura faca na venta o boi morreno Bragadá caiu no chão cum o vazi rasgado estremeceno parava o saingue c'as mão amô nun sei pru modi quê facilitei olhei voce foi pur teus olhos pur a fulô pegava o boi boi me pegô édura a sorte do pegadô morre da morte chifrada amô mais foi tanto dos vaguêro qui renô no meu sertão qui cantano o dia intêro nun manejo todos não Juão Silva do Ri-das-Conta Antenoro do Gavião Bragadá lá das Treis Ponta Tiquiano do Rumão ranca tôco ribadero matadô de lubião turuna qui laça frechêro nos iscuro pelas mão mermo cantano um dia intêro nun menajo todos não mermo cantano um dia intêro nun menajo meus irmão

H.034.Hino Nordestino - Morais Moreira

Salto no escuro de meter dedo nos olhos De meter medo a quem medo nunca sentiu Tentar a sorte no rio de janeiro São paulo, no mundo aceito o desafio É o destino que é de todo nordestino Que sai de casa e que dá asa ao pensamento Espaço aberto dentro do seu próprio ser Cuida do tempo que e pra nao se atrapalhar Oh! Deixar chover, oh! Deixar molhar Ouve o que eu digo cantando esse xote Oh! Deixar chover, oh i deixar molhar Não por castigo cada pingo um pote.

H.033.Haja o que Houver - Pedro Ayres Magalhães

Haja o que houver eu estou aqui Haja o que houver espero por ti Volta no vento Ó meu amor volta depressa por favor Há quanto tempo já esqueci Porque fiquei Longe de ti Cada momento é pior Volta no vento Por favor Eu sei, eu sei Quem és para mim Haja o que houver espero por ti

H.032.Hora do Adeus - Onildo Almeida/Luiz Queiroga

O meu cabelo já começa prateando mas a sanfona ainda não desafinou A minha voz, cê repara eu cantando É a mesma voz de quando meu reinado começou Modestia a parte, mas que eu não desafine Desde os tempos de menino Em Exu, no meu sertão Cantava solto feito cigarra vadia É por isso que hoje em dia Ainda sou o rei do baião Eu agradeço todo o povo brasileiro Norte, Centro, Sul inteiro Onde reinouo baião Se eu mereci minha coroa de rei Essa sempre eu honrei Foi a minha obrigação Minha sanfona, minha voz e meu baião Este meu chapeu de couro E também o meu gibão Vou pegar tudo Dar de presente ao museu É hora de adeus De Luiz, rei do baião

H.031.Honestly (Falando Sério) - Maurício Duboc/Carlos Colla/Sue Sheridan

Come to me honestly It's time for us to end this game of pretending You look at me with such fire in your eyes The smile I see is a fragile disguise. Come to me honestly And let me tell you just how much I need to hold you. We both have lost love. Now we're afraid of All the dreams that we've knows coming true. Oh! It's not easy To look into your eyes tonight and let you know me. It won't be just another bedtime story And so my darling, when you come to me. Come to me honestly You know you need my love more than one night time And what we have could last a life time If we only love each other honestly.